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We choose to go to the moon… 29/07/2009

Posted by gxexeo in Quase filosofia.
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Eu distribuo um Guia Pragmático para Orientados, que começa com a seguinte citação, tirada do discurso de John Kennedy na Rice University em 12 de setembro de 1962:

“…We choose to go to the moon.

We choose to go to the moon in this decade and do the other things, not because they are easy, but because they are hard, because that goal will serve to organize and measure the best of our energies and skills, because that challenge is one that we are willing to accept, one we are unwilling to postpone, and one which we intend to win, and the others, too. …”

Esse discurso é a inspiração que precisamos: aceitar o desafio e não adiá-lo.  É apenas um pedaço de um discurso considerado um dos melhores da história. Compare-o com a frase de Winston Churchill citada pelo professor Palazzo: I have nothing to offer but blood, toil, tears, and sweat” . Ambos foram discursos inspiradores. Ambos escolheram o trabalho.

Sempre me pergunto se aqueles que estão fazendo doutorado e mestrado sob minha orientação, ou que estão na sendo examinados em uma banca, escolheram “ir para a Lua”. Muitas vezes a resposta, infelizmente é que não escolheram. Ao contrário, escolheram ficar em terra.

Felizmente, o inverso também é verdade. Muitos escolhem “ir para a Lua”, não porque é fácil, mas justamente porque é difícil. Ou, como acaba o discurso de Kennedy “Because it is there”.

Pautar a vida profissional pelo desafio, tanto na academia quanto na indústria. Mirar “a Lua”, pois ela está lá. Alguns conselhos que eu tenho dar a mim mesmo volta e meia.

Comentários»

1. Jano - 29/07/2009

Otimo Xexeo,
eu sempre escolhi a Lua, algumas vezes o infinito e beyond.
Deu uma canseira, acho que nunca passei da Mir, mas acho que valeu a pena.

Jano
====

2. Adriana - 10/08/2009

Oi Xexéo,

Concordo em genero, numero e grau, como vc bem sabe (acho até que vou botar essa citação no meu site, qdo eu tiver um).

Porém, me pergunto se as exigências que fazemos não são meio restritivas e não acabam obrigando todo mundo a baixar a bola das teses/dissertações pra se enquadrar. Sei lá.

Me parece que só quem consegue tentar a lua mesmo é o orientador, que vai ficar lá “durante muitos alunos”, onde cada um vai fazer um pedacinho do foguete…

Ainda bem que agora eu tb vou ter os meus!
To infinity and beyond! 🙂

Bjs,
-Adriana
(sempre cheia de idéias malucas!)


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